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Crítico de cinema filiado a Abraccine e OFCS em http://cinemacomcritica.com.br/ (instagram @cinemacomcritica).

Últimas opiniões enviadas

  • Cinema com Crítica

    Contado nas palavras da própria Gilda e com depoimentos de personagens que cruzaram seu caminho - inclusive aquelas que inspirou e cujo caminhou ajudou a abrir - , este é um documentário biográfico sobre uma atriz e comediante alegre e vibrante, cuja vontade de permanecer criança - no bom sentido da palavra - traduzia-se na maneira com que fazia (e se fazia) sorrir.

    A biografia tem também uma mensagem importante sobre distúrbios alimentares, como estes são gestados na infância, às vezes por nossos próprios familiares - e continuam conosco por toda nossa vida, e o modo para lá de positivo com que Gilda enfrentou o câncer.

    P. S.: Tem uma cena após os créditos.

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  • Cinema com Crítica

    O documentário poderia ser definido pela palavra fofura que já estaria de bom tamanho, mas a árdua preparação de cinco filhotes de labrador para se tornarem cães guia revela toda essencialidade do treinamento, pois são eles os olhos dos que não podem enxergar.

    É também bastante pertinente para entender a sociedade contemporânea orientada pela excelência, a partir dos rígidos controles e testes para que sejam escolhidos somente os melhores.

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  • Cinema com Crítica

    A energia da narrativa é contagiante, e a câmera traduz isto em seu movimento constante e rebelde, como se permanecer parado corroesse o interior da protagonista, que é a típica adolescente a ponto de conhecer quem é a adulta em que se transformará, pelas consequências de suas ações. Os relacionamentos são construídos e retratados de maneira convincente e natural, como esperaríamos daqueles jovens skatistas e artistas.

    Dá para perdoar o roteiro com a velha rotina do romance proibido, ainda mais porque não há a romantização da situação além do necessário. E da mesma forma, a desobediência à hierarquia (retratada pela mãe), que vem com um quê de artificialidade, mas é resolvida de modo coerente. Gosto da vibração anárquica e de como a ficção parece documentar, mais do que inventar.

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